Descarte e destinação de lixo eletroeletrônico ainda é um desafio
- Correio Braziliense
- 14 de jul.
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Atualizado: 15 de jul.
Por Correio Braziliense | 12 de julho de 2025

O lixo eletrônico é um problema mais complexo. A maioria desses produtos contém substâncias tóxicas, como polímeros antichama e metais pesados, tais como mercúrio, chumbo e cádmio, os quais, além de contaminarem o meio ambiente, podem causar graves danos à saúde humana. Dados divulgados pela Secretaria de Meio Ambiente (Sema-DF) mostram que, somente nos seis primeiros meses de 2025, foram recolhidas 450 toneladas de eletroeletrônicos no Distrito Federal.
O subsecretário de Gestão das Águas e Resíduos Sólidos (Sugars/Sema-DF), Luciano Miguel, comenta que a coleta ocorre, principalmente, por meio de duas iniciativas. "São 120 pontos de entrega voluntária (PEV), que são os locais corretos para jogar o lixo eletroeletrônico. Também oferecemos a opção de buscar o lixo eletrônico na porta da casa, caso ele não ultrapasse os 30kg, sem nenhum custo", afirmou.
Segundo Miguel, o descarte correto do lixo eletrônico é importante, pois evita as contaminações do solo e da água que esse tipo de resíduo causa. "Temos as políticas de resíduos que amparam o descarte correto. Além disso, a Sema tem firmado, em parceria com a Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (Abree), um acordo de cooperação e uma portaria em conjunto com a Secti (Secretaria de Ciência e Tecnologia), com o viés de retirar o lixo eletrônico do meio ambiente", explica.
O subsecretário ressalta que a Sema também trabalha a reutilização desse tipo de resíduo. "Temos parcerias com vários institutos, que fazem o trabalho de reaproveitamento, além do projeto Reciclotech", detalhou. Sobre a divulgação das iniciativas de recolhimento, Luciano Miguel disse que a secretaria tem trabalhado muito em fomentos, projetos e processos que busquem ampliar isso. "Estamos elaborando algumas peças publicitárias, para dar um engajamento maior", destaca.
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