ABES/DF e entidades ambientais encaminham propostas aos candidatos ao governo do DF
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A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental- Seção DF (ABES/DF), a Associação dos Engenheiros Ambientais e Sanitaristas do Distrito Federal (AEAS-DF), a Associação dos Engenheiros Florestais do Distrito Federal (AEF-DF) e o Conselho Comunitário da Asa Sul (CCAS) assinam dois documentos encaminhados aos candidatos ao governo do DF, com propostas para o saneamento básico e para o Lago Paranoá. Os documentos foram elaborados a partir de contribuições técnicas de associados e das direções das entidades, com o objetivo de estabelecer compromissos voltados ao fortalecimento do saneamento básico como política de Estado para fortalecer a resiliência ambiental e assegurar a prestação adequada dos serviços de saneamento e de preservação do Lago Paranoá para as atuais e futuras gerações. “As medidas aqui apresentadas buscam promover a universalização e a qualidade dos serviços, a proteção dos recursos hídricos, a sustentabilidade ambiental, a eficiência da gestão pública e o fortalecimento da participação social, contribuindo para a construção de um Distrito Federal mais saudável, resiliente, inclusivo e sustentável”, diz o documento.
No compromisso com o saneamento básico, são apresentadas 49 propostas, divididas entre capacitação institucional (sete), Mobilização, participação e controle social, educação sanitária e ambiental (dez); Saneamento integrado para atendimento da população de baixa renda (cinco); saneamento rural (quatro); abastecimento de água (seis); Esgotamento sanitário e combate à poluição das águas urbanas (cinco); Limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos (sete) e drenagem urbana e manejo das águas pluviais (cinco).

Segundo documento aponta caminhos para salvar o Lago Paranoá
O documento com propostas para o Lago Paranoá alerta que “o crescimento urbano acelerado em sua bacia hidrográfica, a pressão sobre as áreas marginais, os desafios relacionados à drenagem urbana, à proteção dos cursos d’água afluentes e à manutenção da qualidade da água evidenciaram a necessidade de fortalecer as políticas públicas voltadas à sua proteção e gestão integrada”. Diz ainda que o Lago Paranoá encontra-se em um momento decisivo de sua história e que “sem uma mudança de rumo, baseada em decisões técnicas, investimentos consistentes e participação social efetiva, o lago poderá enfrentar um processo de degradação progressiva e de difícil reversão, com impactos significativos sobre a segurança hídrica, a qualidade de vida da população e o desenvolvimento sustentável de Brasília”.
São apresentadas doze propostas, entre elas a de criar o Plano Integrado de Gestão da Bacia do Lago Paranoá e o Conselho do Lago Paranoá com participação social.
Conheça a íntegra dos documentos abaixo


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