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Universalização do saneamento básico depende de recursos públicos e privados, dizem especialistas

Fertilizante à base de lodo desenvolvido pela UnB tem a vantagem de reter mais água e dispensar potássio 50% mais lento do que os demais disponíveis no mercado. Pesquisadores seguem estudando uma forma de transformá-lo em adubo orgânico.


Por Rádio Senado| 09 de novembro de 2023

Foto: Reprodução (Geraldo Magela/Agência Senado)


A UNIVERSALIZAÇÃO DO SANEAMENTO BÁSICO NO BRASIL DEVE CONTAR COM INVESTIMENTOS PÚBLICOS E PRIVADOS. ESTA É A OPINÃO DE ESPECIALISTAS QUE PARTICIPARAM DE AUDIÊNCIA PÚBLICA NA COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE.


Na primeira audiência pública de avaliação da Política Nacional de Saneamento Básico no país, os participantes destacaram a necessidade de investimentos públicos e privados para o cumprimento da meta de universalização no fornecimento dos serviços no prazo de dez anos, com fechamento dos lixões até agosto do ano que vem, como prevê a lei. O secretário Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, Leonardo Picciani, disse que o governo é favorável a parcerias público-privadas.


“Nós não temos preconceito com investimento público nem com investimento privado. O que nós queremos é que a população tenha o serviço, que a população tenha saneamento, é que não existam valas a céu aberto, línguas negras, falta de água potável para a população. E para tanto nos deixa bastante claro que apenas o investimento público sozinho ou apenas o investimento privado não será capaz de dar solução”.


Ao defender financiamentos diferenciados para cada região, especialmente ao Norte e Nordeste, o secretário-executivo da Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento, Sérgio Gonçalves, também apoiou parcerias.



Fonte: Rádio Senado


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