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Opinião | A ausência de saneamento nos territórios periféricos e a transição climática: uma trágica combinação na RMR

Por Brasil de Fato | 04 de julho de 2024




Foto: Reprodução /Arnaldo Souza / Observatório das Metrópoles



Anualmente a Região Metropolitana do Recife (RMR) vivencia situações de caos em decorrência das chuvas, que se manifesta por inundações e deslizamentos cada vez mais recorrentes e intensos. Essa situação se reflete especialmente nas comunidades periféricas, que - além dos prejuízos materiais e risco à vida - convivem com questões relacionadas à proliferação e contaminação por doenças de veiculação hídrica.


Assim, doenças de pele, leptospirose e doenças gastrointestinais, por exemplo, surgem como desdobramentos “naturais” do contato direto e involuntário com água misturada a rejeitos nocivos (esgoto doméstico, lixo comum e hospitalar, óleos automotivos etc.).


É muito importante lembrar que a ausência ou precariedade de redes de esgotamento sanitário nos territórios periféricos da RMR resulta em práticas rudimentares, muitas vezes inadequadas, para o destino dos esgotos produzidos. Tais práticas, associadas à inexistência de infraestruturas eficientes de drenagem urbana e ao descarte inadequado de lixo, produzem quadros em que é comum encontrar rejeitos domésticos, juntamente com a água das chuvas, alagando ruas, sendo lançados em valas e poluindo córregos, canais e rios. Leia a matéria completa: https://www.brasildefatope.com.br/2024/07/04/opiniao-a-ausencia-de-saneamento-nos-territorios-perifericos-e-a-transicao-climatica-uma-tragica-combinacao-na-rmr

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